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Moledo · Lourinhã · Oeste e Grande Lisboa Norte

Um sistema solar é uma instalação elétrica.

Os painéis no telhado são a parte simples. O que decide se o sistema ainda produz daqui a vinte anos vem depois deles: secção de cabo, proteções, ligação ao quadro, configuração do inversor e das baterias. Fazemos essa parte inteira, do dimensionamento ao ensaio de entrega, sem a passar a ninguém.

Esquema unifilar

O que está entre o painel e a tomada

Um sistema de autoconsumo com baterias tem mais coisas entre o telhado e a tomada do que a maior parte dos orçamentos deixa perceber. Seccionador do lado contínuo, proteção contra sobretensões, inversor híbrido, proteção da bateria, diferencial, quadro da casa, sensor de consumo. Cada uma dessas caixas é uma decisão que alguém tem de tomar e saber justificar.

Instalação de referência

A maior instalação que fizemos foi para nós próprios.

Mais de cem painéis e 80 kWh de armazenamento, dimensionados, montados, ligados e configurados por nós. É maior do que qualquer sistema que vamos propor a uma moradia. E é o sistema com que convivemos todos os dias, o que quer dizer que não há decisão tomada lá dentro cujo resultado não vejamos.

armazenamento
80 kWh
módulos
mais de 100

Antes de decidir

O que perguntar a quem lhe der um orçamento

Não temos como saber se os outros orçamentos que tem em mãos são bons. Estas seis perguntas ajudam-no a perceber. Faça-as a toda a gente, incluindo a nós.

  1. Quem faz a ligação elétrica?

    Muita empresa fixa a estrutura, aparafusa os módulos e entrega a parte elétrica a outra pessoa, que muitas vezes nunca viu o resto da obra. Convém saber quem é e quando aparece.

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  2. Que secção de cabo vai usar, e porquê?

    É o defeito mais comum e o mais difícil de ver depois. Cabo subdimensionado aquece e faz perder produção todos os dias, sem dar sinal. A pergunta espera um número e uma razão.

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  3. Que proteções leva a instalação, antes e depois do inversor?

    O lado contínuo e o lado alternado precisam de coisas diferentes. Seccionador, proteção contra sobretensões, diferencial. É a parte que não se vê e a primeira a cair quando o orçamento tem de descer.

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  4. Quem configura o inversor, e com que parâmetros?

    Um inversor ligado com os valores de fábrica trabalha, mas não trabalha para si. A configuração é o que decide se a energia vai primeiro para a casa ou se segue caminho.

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  5. Que ensaios faz na entrega, e recebo os valores por escrito?

    Uma instalação terminada e uma instalação ensaiada não são a mesma coisa. Continuidade, isolamento, terra, tensões, produção. Se ninguém mediu, ninguém sabe.

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  6. Se o sistema parar daqui a dois anos, com quem falo?

    A pergunta não é sobre garantias, é sobre quem atende o telefone. Convém que seja alguém que esteve lá e que sabe o que instalou.

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Depois do contacto

O que acontece a seguir

Começa por uma conversa, por telefone ou por email, sobre o que tem no telhado e o que quer fazer com ele. Se fizer sentido avançar, marcamos a visita técnica, que é gratuita.

Vamos ver o telhado, o quadro elétrico e a instalação que já lá está, medimos e perguntamos o que consome mais em casa e a que horas. Com isso fazemos a proposta, com o dimensionamento explicado e o material identificado pela marca e pelo modelo, não por potência genérica.

Se avançar, marcamos a instalação e dizemos quantos dias demora. No fim ensaiamos o sistema, entregamos os valores medidos por escrito e mostramos como se lê a produção no dia a dia. Entregamos com o sistema a funcionar, não com o sistema montado.

Quem faz o trabalho

Quem faz o orçamento é quem vai à obra.

O trabalho técnico é do Vasyl Paliy. É ele que vai ver o telhado, que faz o dimensionamento e os cálculos, que executa a instalação elétrica e que configura o inversor e as baterias.

Atrás dele há uma equipa pequena que trata de orçamentos, agendamentos, faturação e seguros. É por isso que quem atende o telefone sabe em que ponto está a sua obra.

Somos poucos e é uma escolha. Preferimos fazer menos obras e fazê-las inteiras.

Diga-nos o que tem no telhado.

Uma conversa por telefone ou por email para percebermos o que tem e o que quer fazer com isso. Se fizer sentido avançar, marcamos a visita técnica, que é gratuita.

Onde trabalhamos

  • Lourinhã
  • Torres Vedras
  • Óbidos
  • Peniche
  • Bombarral
  • Cadaval
  • Mafra
  • Sobral de Monte Agraço
  • Grande Lisboa Norte